Não sofra com o mau hálito!
- Ramon Uchoa

- 17 de ago. de 2018
- 1 min de leitura
Fator de constrangimento, a halitose (mau hálito) não é uma doença, mas pode interferir seriamente na vida pessoal, emocional e profissional das pessoas. Segundo a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), aproximadamente 30% da população brasileira sofre com este problema. Ela pode indicar a existência de alguma patologia, problema de saúde ou alguma alteração fisiológica.
Vários fatores podem provocar a halitose, em mais de 90% dos casos a origem se dá na cavidade bucal. Entre as causas, as principais são a saburra lingual, gengivite ou periodontite, xerostomia (boca seca), infecção fúngica e restaurações insatisfatórias ou cárie. Problemas no estômago raramente interferem provocando halitose, sendo uma crença com pouca evidência científica.
É necessário um exame minucioso da boca para descartar qualquer problema com a saúde oral, desde cáries até mesmo o fluxo salivar. Se o problema não estiver relacionado com nenhum fator ligado a saúde bucal, seu dentista poderá encaminhá-lo para outro profissional para solucionar o caso. Uma boa higiene oral é essencial para evitar halitose. Se você faz uso de prótese ou aparelho ortodôntico, procure orientações para realizar a higienização de forma correta.
DICAS:
Visite seu dentista regularmente – Um bom exame clínico e uma limpeza periódica são fundamentais.;
Mantenha uma higiene diária – Reserve um tempo, pelo menos duas vezes ao dia para realizar uma higienização adequada. A higienização da língua reduz de forma considerável o mau hálito;
Beba água – Recomenda-se a ingestão de pelo menos 2 litros diariamente. Ela não só ajuda a prevenir a halitose como também desempenha funções essenciais na nossa vida.
Realize pequenas refeições a cada 03 horas
Evite o consumo de álcool e fumo em excesso
Mau hálito não tem remédio e sim tratamento!




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